VOCÊ TEM MEDO DE QUÊ?

Diz um ditado que o amor é como o sol, uma nuvem pode encobri-lo mas nunca apagá-lo. O apóstolo Paulo diz algo semelhante: O amor jamais acaba[1]. João, o apóstolo, também diz que o amor lança fora o medo[2].  Mas, o que é o medo?

O medo é a percepção da ameaça de dano. Se alguma coisa pode danificar a existência ou causar sofrimento, e o homem a percebe, tem medo dela como, por exemplo, medo de uma enfermidade. É possível tratar o medo do homem mas, para isso, é importante saber onde se localiza o medo no homem: no corpo? No cérebro? No coração? Na mente? Vou tentar explicar de maneira simples.

O ser humano é composto de duas partes: uma material e outra imaterial. A material é o corpo físico e a imaterial é o corpo espiritual. O corpo espiritual tem uma mente com duas faces: uma voltada para o material, o mundo físico que o cerca. A outra está voltada para as coisas espirituais, seu relacionamento com Deus e com outros seres humanos, como falarei brevemente mais adiante. Ambas são perfeitamente unidas, como as duas faces de uma mesma moeda. Diz o livro de Hebreus que a palavra de Deus é mais eficaz que qualquer espada de dois gumes e é apta para discernir (separar) alma e espírito, pensamentos e propósitos do coração[3]. A porção da mente voltada para as coisas materiais é o consciente, e a porção voltada para as coisas imateriais é o inconsciente. O inconsciente, ao contrário do que o nome pode sugerir, é ativo e produz efeitos na matéria física, ele é in-consciente porque se volta profundamente para dentro do homem enquanto o consciente volta-se para fora do homem[4]. O pensamento vem do consciente enquanto que o propósito do coração vem do inconsciente[5]. O coração, na Bíblia, várias vezes refere-se ao espírito do homem, o cerne, como o core de um processador. O consciente pensa de forma linear, lógica; o inconsciente delibera pela emoção. Agora podemos entender que o medo, sendo algo imaterial, está localizado na parte imaterial do homem, mas na parte que está voltada para as coisas espirituais: o inconsciente. O medo, como é uma emoção, pode gerar efeitos físicos no corpo pela ação do inconsciente.

O inconsciente busca o agrado enquanto que o consciente busca o bem real do homem[6]. Num exemplo simples da ação do consciente que busca o bem real, se algo ameaça o corpo físico, o consciente interpreta a ameaça que chega através dos sentidos físicos e envia uma mensagem para o inconsciente, que ordena uma reação: afastamento do perigo, produção de adrenalina, envio de mensagens químicas para o corpo a fim de que os músculos possam reagir rapidamente movendo uma perna, p.ex. A mente age no corpo através do cérebro. Mas há outros tipos de ameaça. Quando o homem sente que pode sofrer desamor, a reação é ainda mais complexa e profunda sobre o psiquismo, pois é uma ameaça séria sobre sua existência inteira, que foi criada pelo Amor.

O agrado do inconsciente manifesta-se, p.ex., quando uma pessoa, sentindo-se desprezada, adoece, para que as atenções se voltem para ela. Muitas crianças agem assim quando percebem que seus pais não se dão bem, o quê, para elas, é sinônimo de desamor para com elas e não entre eles, pois elas sabem que são fruto do transbordamento da união espiritual no físico: se são unidos[7] como um só em espírito, por quê se separam fisicamente? É como se fossem rasgadas ao meio. Muitos adultos ainda trazem gravado na mente inconsciente o que registraram na infância. Agora condicionados, agem como crianças em situações que despertem a mesma emoção, chegando a produzir sérias doenças físicas em si mesmos: mongolismo, autismo, paralisias, tumores, esquizofrenia. A isso dá-se o nome de somatização (soma, em grego, significa corpo físico; assim, somatizar significa trazer algo da mente ao corpo físico, ou materializar uma emoção interior).

O inconsciente prefere o agrado enquanto o consciente prefere a solução da dor física. Quando ocorre um conflito entre o inconsciente e o consciente – o inconsciente querendo agrado e o consciente querendo o bem real –, o homem pode somatizar suas emoções e gerar doenças. Se ambos estiverem bem controlados pelo corpo espiritual, o Homem Interior, o corpo físico reage, as feridas cicatrizam-se, a doença desaparece. Isso acontece quase sempre e não é percebido. Porém, quando o inconsciente prevalece sobre o consciente, devido à memória emocional que dura no tempo, coisas piores podem ocorrer. Quer um exemplo bíblico? Leia Jo.5, o caso do paralítico do tanque de Betesda.

Conforme a Escritura, um anjo movia a água em certo tempo e ficava curado quem nela entrasse depois que parasse o movimento. Lá estava uma multidão de paralíticos e doentes de todo tipo. Jesus passava pelo lugar e viu o paralítico que há 38 anos vivia acamado. Jesus perguntou: Queres ficar curado? O homem não respondeu diretamente. Ele contou a história a Jesus, mas enfatizou que não havia ninguém ali que o ajudasse a subir no tanque e a jogá-lo na água na hora certa. Agora, pense um pouco: será que, em 38 anos, nunca houve uma só alma bondosa que o ajudasse a subir no tanque e a mergulhar na água? Essa resposta soa inverossímil, não? Os outros já estavam lá em cima, esperando a oportunidade.

Bem, Jesus não ficou com pena dele, mas olhou para ele e disse: Levanta, toma o teu leito e anda. Diz João que logo aquele homem ficou são, pegou seu leito e andou. Isso no mesmo dia. Quando o Senhor ordenou que levantasse, o paralítico deve ter se assustado com a ordem porque dava uma desculpa para não ficar curado. Mais tarde, o Senhor o encontra no templo e diz a ele: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior. Qual seria o pecado daquele homem? E por que pecar novamente o levaria a algo ainda pior?

Aquele homem sofria de medo da desaprovação, sentia desamor. A reação que tinha ao medo era de autopiedade. Querendo amor, recebia apenas dó, e nem sempre verdadeiro. Seu inconsciente buscava o agrado, que atraía a piedade das pessoas, e pagava o preço por ele com sua enfermidade. Pode ser que fosse mesmo desprezado, pode ser que fosse uma mágoa profunda contra outra pessoa, mas ele sentia desamor. Seu consciente pensava em ficar são mas rendia-se à mensagem mais forte do inconsciente condicionado: “É melhor ficar paralítico do que ser desprezado, pelo menos recebo atenção”. Em suma: ele queria permanecer doente porque isso agradava seu inconsciente. Esse é um tipo de ganho secundário que ele apreciava mais do que o amor verdadeiro porque sentia medo de perder até essa esmola: isso denota falta de confiança no amor de Deus. Jesus mostrou autoridade e amor verdadeiro, e ele sentiu isso, e confiou.

Quando Jesus ordenou que se levantasse, o paralítico viu que não tinha justificativa alguma para dar, pois percebeu que estava diante da Verdade em amor. Como seria possível mentir à Verdade? Então percebeu que só havia uma reação possível: deixar o medo de lado, levantar e andar conforme a ordem dada pela Verdade; depois da ordem não havia mais desculpa para não reagir. Mais tarde, no templo, percebeu que era amado pelo Senhor, que o procurou para conversar. Jesus disse-lhe que, se voltasse a ter pena de si mesmo, poderia ser vítima de algo pior que ele mesmo causaria a si. A autopiedade é pecado. Já imaginou se Jesus tivesse tido autopiedade antes de ir à cruz? Imagine ele dizendo algo assim:

“Ah, isso vai manchar minha reputação, além de doer muito. Não vou mais fazer isso. Ficarei somente com a adoração desse povo, e vou deixar que vão pro inferno depois. Afinal, a culpa não foi minha mesmo”.

Terrível, não? Mas Ele NÃO fez isso. Por amor a nós enfrentou a morte, e morte de cruz!

Por que algumas pessoas preferem a dor de uma doença, p.ex., mesmo sabendo que Jesus veio por amor e carregou nossos pecados e enfermidades[8]?

Muitas pessoas, inconscientemente, pensam que se forem libertas de seus males não terão mais do que reclamar, ficarão sem assunto e sem atenção nas próximas conversas. Algumas sentem até medo de aceitar a salvação de Cristo pelo mesmo motivo. “Se Cristo me libertar da culpa que sinto hoje”, pensam, “ninguém mais vai dar atenção à minha dor e eu serei desprezado”. Tais pessoas querem um ganho secundário no inconsciente.

No fundo, sabem que Cristo é capaz de libertá-las mesmo, por isso fogem dele. Agem como o profeta Jonas que, em vez de alertar os ninivitas, fugiu para o outro lado, Társis. Ele sabia que se o povo se convertesse pela sua mensagem, Deus não destruiria a cidade, por isso preferiu o agrado inconsciente:

Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal. (Jn.4:2)

Jonas tinha medo do desprezo. Veja o que ele pede em seguida:

 “Peço-te, pois, ó SENHOR, tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver”.

Era ou não um homem com autopiedade? Quantas vezes nós nos sentimos dessa forma, querendo morrer por causa do sentimento de desamor? Um relacionamento desfeito, um lar dividido, um filho que sente a inimizade dos pais, uma amizade falsa, uma traição, enfim. Esse é o maior clamor do autopiedoso: Quero morrer, não quero viver! Quero ficar doente até morrer para chamar a atenção para mim porque ninguém me ama! Ou mesmo porque assim meus pais ficam unidos. Alguns criam enfermidades em si próprios e acabam morrendo mesmo. Mas temos o livre arbítrio para rejeitar essa emoção terrível.

Para que o homem entenda o desamor ele precisa ter um referencial de amor dentro de si, senão não saberia o que é o amor. Esse referencial lhe é mostrado por Deus no dia da sua concepção[9] no qual, também, lhe são dados o conhecimento inconsciente das leis eternas e o código moral de Deus. O conhecimento consciente aparece depois do nascimento e está formado no começo da idade adulta. Quando o homem desobedece o código moral, que está dentro dele, sente culpa profunda, ainda que seja uma criança de colo, pois o espírito humano já nasce adulto e sabe que veio de Deus e que é fruto de amor. Mas o pecado entorpece o entendimento e o homem se desvia do caminho interior, depois, sente culpa pelo que faz contra Deus.

Existem terapias que curam as pessoas do medo e dos traumas psicológicos, mas nenhuma terapia pode curar a culpa de alguém. A culpa só pode ser resolvida com Jesus Cristo, o Filho de Deus, que nos salvou do peso do pecado. Mas, se a pessoa pensa que é mais amada pelos homens enquanto carrega culpa e mostra sofrimento, pode freqüentar uma boa igreja, confessar a fé em Cristo, conhecer a Bíblia inteira e ainda assim não ser nascida de novo, porque não quer o perdão: passa a viver com uma fé consciente, faz força para crer. Prefere o ganho secundário da piedade alheia ao invés da salvação do Amor. Fica em seu mundo interior, cultivando mágoa[10] contra si ou contra outra pessoa, ou até mesmo acusando-se pelo pecado cometido, mas não troca essa situação pelo perdão porque sente (emoção) que perderá a atenção dos outros sobre si mesma. Condicionou-se a isso.

Por causa do nosso livre arbítrio, Jesus não força uma pessoa a abrir mão de coisa alguma para aceitar o perdão. Ele disse: SE alguém quiser vir após mim. Veja a continuação:

  1. Negue-se a si mesmo – significa ignorar os apelos do inconsciente para receber o ganho secundário do agrado piedoso, porque o amor de Deus é maior que isso.
  2. Tome a sua cruz – significa esforçar-se para manter seu inconsciente no lugar dele, mesmo que isso lhe custe algum sofrimento momentâneo de disciplina[11];
  3. E siga-me – significa confiar no amor de Deus que lança fora o medo e estar disposta a enfrentar qualquer sofrimento para seguir a Cristo, o que  torna-se caminhada natural e mais do que agradável, mesmo sob perseguição.

A fé tem plena convicção do que não vê[12]. Viver no espírito é diferente de viver pelo agrado ao inconsciente. Viver no espírito significa saber que se está neste mundo mau mas com controle espiritual sobre a mente espiritual que controla o corpo[13]. Mas, para que isso possa acontecer de maneira eficaz, o homem precisa renovar-se pela transformação da sua mente inconsciente, conforme diz Paulo[14], para que possa experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus pela cura de suas feridas interiores. A renovação da mente é como a cicatrização de velhas feridas que estão lá, com aquela cobertura rugosa, feia, ainda com as marcas do ferimento. Para cada ferida de amargura que fizeram contra nós no passado, podemos limpá-la com o perdão e cicatrizá-la com o amor[15]. Isso é viver no espírito!

O espírito humano controla ambos: o consciente e o inconsciente, que compõem a parte psicológica do homem. O cérebro não funciona sem o espírito que lhe dá vida através da mente espiritual, portanto, emoções e sentimentos não estão no cérebro, embora quando visto em aparelhos especiais mostre áreas ativas sob emoção ou pensamento ou recordação ou movimento.

Veja a seqüência das ações humanas quando o espírito controla bem a mente: partem do inconsciente em busca de agrado e ordenam ao consciente que execute, mas o consciente também analisa e observa se há bem real ou não. O meio de comunicação entre o consciente e o inconsciente é a emoção. Se há bem real na ação, o consciente dá ordem ao cérebro que executa movimentos, fala, ouve, cria anticorpos, dispara divisão de células, ataca invasores do corpo, determina produção de hormônios, enfim, age sobre a matéria para manter o bem real da vida no corpo físico. Mas, se não há bem real e por causa de forte emoção o inconsciente prevalecer, o homem toma atitudes por vezes desconcertantes que podem prejudicá-lo por longo tempo, podendo até levá-lo à morte. Foi sobre isso que Jesus alertou ao paralítico: Não peques mais para que não te suceda coisa pior. Em outras palavras: Não fiques mais com pena de ti mesmo para que não te suceda coisa pior – Não te acomodes na miséria do pecado.

Quando o inconsciente perde o medo do desamor e entende que é infinitamente mais amado por Deus com amor profundo, o homem aceita a salvação, porque foi dada com amor puríssimo, perfeito, infinito[16]. Sentindo que é amado por Deus, o homem vê suas feridas interiores e as resolve, e sua cura chega. Sabendo e entendendo que já foi perdoado há mais de 2000 anos, recebe o perdão de Cristo e torna-se nova criatura pelo Espírito de Deus e, daí em diante, transforma-se pela renovação da mente inconsciente invertendo em bom o que percebera como mau[17]: a emoção daquela ferida da alma não lhe atormenta mais, agora só existe lembrança inócua.  Perdoa a si mesmo e a outros, até a antepassados que já morreram, pois lembra-se do que fizeram de mal e os perdoa na presença de Deus[18], quebrando todos os laços com o passado: um peso que não carregará jamais[19]! Aprende a amar-se também, pois, sem o guarda-chuva da autopiedade, a luz de Deus o atinge e transborda para além de si, voltando a Deus acrescido do amor individual e atingindo a outros para que O conheçam[20]. Uma vez que ame a si mesmo, será capaz de amar ao próximo e de fazer discípulos pelo amor. A fé atua pelo amor, nunca se esqueça disso! Porque fé é confiança, e quem confia no amor de Deus não consegue duvidar Dele. Alimente-se com esses versículos:

“Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor.”  (Gl.5:6)

“Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor,”  (Ef.3:17)

“Paz seja com os irmãos, e amor com fé da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo.”  (Ef.6:23)

“Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai,”  (I Ts.1:3)

Assim como o corpo sem espírito está morto, a fé sem obras é morta, e as obras da fé são obras do amor de quem nasceu de novo pelo Amor. Sem nascer de novo, a obra não será boa. Estou convencido de que o homem que confia plenamente no amor de Deus perde o medo de qualquer coisa. Tem fé inabalável e tudo quanto pedir receberá do Senhor porque anda na luz (luz e amor são intercambiáveis na Bíblia). O amor é a essência de Deus, já disse o poeta e compositor João Alexandre. Penso, também, que 99% dos males físicos do homem se originam no inconsciente por causa do pecado, que confunde suas decisões e o faz guardar profundamente a mágoa do desamor condicionando-o a não amar. Isso não isenta o diabo das suas maldades, mas entendo que é o homem que dará contas de si mesmo a Deus, pois, tendo livre arbítrio, é responsável pelos seus próprios atos[21]. Não me consta que Deus pedirá contas ao diabo pelos males do homem nem pelos pecados que este comete; ele já foi condenado por outros motivos.

O inconsciente humano também é capaz de agir sozinho sobre a matéria (Eliseu e o machado, 2Rs.4:1-7 e 6:6).  Se assim não fosse, como estaria agindo no corpo físico composto de matéria, ordenando a produção de hormônios, a divisão das células, escolhendo os cromossomos certos, criando anticorpos, enfim? O inconsciente é  capaz de estar em dois lugares ao mesmo tempo (Eliseu e o rei – 2Rs.5:26 e 6:12). O inconsciente também é capaz de saber o que o outro sente (a mãe que sabe quando um filho distante está passando mal é um exemplo) mas falarei sobre isso em outro post.

Não se assuste pensando que isso faz parte do movimento da Nova Era. Não faz. Os místicos descobriram o que Deus colocou no homem e o usam. Mas, devido ao pecado original e pela influência satânica sobre suas mentes, por decisão própria desviam-se mais e mais de Jesus em vez de O buscarem para serem salvos. Eles também buscam o amor de Deus, mas acabam rejeitando-o pelo medo que têm de verem suas decisões erradas às claras diante da luz. Além do mais, a cura da culpa pelo pecado não tem outro meio senão por Jesus Cristo, o Filho de Deus que veio em carne para nos salvar. Lembre-se: A cura da culpa é só com o Doutor Jesus, o Médico dos médicos.

E para que você saiba definitivamente o que significa a Boa Nova do Evangelho: Depois da obra consumada de Cristo, os homens nascem com todos os seus pecados perdoados, a cédula de dívida que havia contra nós foi paga pelo Senhor, mas só entrarão em Seu reino aqueles que forem regenerados (gerados novamente, nascidos de novo) pelo Espírito Santo[22].

Tudo quanto podemos saber sobre essas coisas está revelado na infalível e perfeita Palavra de Deus, a Bíblia. Basta que a estudemos com afinco e em oração. Deus quer falar conosco e nos ensinar muito mais para que sejamos verdadeiros discípulos de Jesus, fazendo outros discípulos pelo nosso proceder em amor e pelas palavras da fé que pregamos. Porém, se alguém cultiva medo em seu coração não é perfeito no amor.

Parafraseando o ditado, o amor é como o sol e nós podemos ser nossas próprias nuvens a encobri-lo.

“No amor não há medo, antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.”  (I João 4 : 18)


[1] I Co.13

[2] I Jo.4:18

[3] Hb;4:12

[4] Freud comparou essas porções a um iceberg: o consciente fica para fora e o inconsciente fica debaixo d’água.

[5] Idem #3

[6] As chaves do inconsciente – Renate Jost de Moraes – Ed. Agir – 3ª edição.

[7] Gn.2:24

[8] Is.53:4

[9] Jr.31:3

[10] Hb.12:15

[11] Hb.12:11

[12] Hb.11:1

[13] ICo.14:32

[14] Rm.12:2

[15] Mc.11:25

[16] Jr.31:3 – Com amor eterno te amei, por isso, com benignidade amorosa te atraí.

[17] Fp.4:8

[18] Dn.9:11

[19] Ex.20:5

[20] Mt.5:15

[21] Rm.14:12

[22] Tt.3:5 e Jo.3:1-12

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